Expresso

Como evitar ou lidar com uma ‘bad trip’, sob a ótica da redução de danos

André Cabette Fábio

12 de setembro de 2017(atualizado 28/12/2023 às 02h39)

Prática é uma alternativa à ‘guerra às drogas', e busca diminuir problemas associados ao consumo

FOTO: PAULO SANTOS/REUTERS

Pílulas de ecstasy apreendidas em voo de Manaus para Belém, em 2011

Pílulas de ecstasy apreendidas em voo de Manaus para Belém, em 2011

Criado em 2010, o coletivo ResPire Redução de Danos tem como objetivo diminuir os riscos do uso de drogas recreativas legais e ilegais em festas a partir de práticas sob o guarda-chuvas da “redução de danos” .

No campo das drogas ilícitas, esse conjunto de práticas serve como alternativa à estratégia da “guerra às drogas”. O diagnóstico de quem defende sua adoção é de que as restrições legais a substâncias como maconha, cocaína, crack, LSD e MDMA não conseguem acabar com o consumo na prática, assim como os problemas associados a ele.

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