Como o chanceler de Bolsonaro defendia o governo Lula em 2008
João Paulo Charleaux
27 de novembro de 2018(atualizado 28/12/2023 às 12h13)Em tese, Ernesto Araújo rechaçava críticas à ‘ideologização’ do Itamaraty e via vantagens nas relações com a Venezuela de Chávez
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Diplomata Ernesto Araújo em entrevista à imprensa após ser indicado para chefiar o Ministério das Relações Exteriores
Quando o diplomata Ernesto Araújo tinha 41 anos e era apenas conselheiro no Itamaraty, publicou uma tese de 352 páginas na qual defendeu ideias bem diferentes das atuais. Aos 51 anos, ele vai chefiar o Ministério das Relações Exteriores do governo de Jair Bolsonaro a partir de 1º de janeiro de 2019.
Araújo veio a se tornar um dos mais ferrenhos críticos do PT, das esquerdas e do que ele chama de “marxismo cultural”. Entretanto, o que a tese publicada por ele mesmo em 2008 mostra é um diplomata alinhado com o petismo e com uma estratégia de relações exteriores que o partido do poder vinha então implementando.
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