Expresso

A arte de Heitor dos Prazeres em telas e sambas

Murilo Roncolato

23 de setembro de 2018(atualizado 28/12/2023 às 12h12)

Compositor e pintor nascido no Rio de Janeiro de 1898, há 120 anos, emplacou sambas históricos, circulou por Estácio, Portela e Mangueira, e ainda foi premiado e expôs quadros na Bienal de São Paulo

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FOTO: REPRODUÇÃO/ARQUIVO PESSOAL

Heitor dos Prazeres em seu ateliê

Heitor dos Prazeres em seu ateliê, no centro do Rio de Janeiro

Autor de sambas que marcaram a história do gênero no Brasil, Heitor dos Prazeres (1898-1966) é também conhecido por expressar por meio da pintura o Rio de Janeiro do seu tempo por uma perspectiva valiosa. Neste domingo (23), o compositor e pintor é lembrado pelos 120 anos do seu nascimento.

Negro e de família pobre, o sambista veio ao mundo apenas uma década depois de decretado o fim da escravidão no país. Sem educação formal, aprendeu marcenaria e clarinete com o pai, formou-se nos terreiros, nas ruas do centro velho da cidade e circulando pelos redutos mais importantes do samba carioca, ainda quando o gênero tomava forma.

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