Como os festivais colocaram a experiência em primeiro lugar e viraram ‘playgrounds musicais’
Murilo Roncolato
01 de abril de 2017(atualizado 28/12/2023 às 12h17)Pesquisadora especializada em entretenimento avalia que a participação em festivais vai muito além da música e até o dia do evento em si
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Público do Electric Love Festival, em Salzburgo, na Áustria
Chuva, suor e – muita fila para uma – cerveja. No festival Lollapalooza 2017, 190 mil pessoas tiraram um ou os dois dias do final de semana para caminhar, por vezes espremido, pelo terreno irregular do Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Lá, tiraram e publicaram fotos usando hashtags, provaram pratos de chefs famosos , fizeram a barba, compraram um boné ou até tiveram a sorte lida em cartas de tarô . E, claro, também assistiram a apresentações musicais de seus artistas favoritos – ou de completos desconhecidos.
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