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Como o ChatGPT expõe críticas do criador do Studio Ghibli

Lucas Zacari

31 de março de 2025(atualizado 01/04/2025 às 08h18)

Imagens ao estilo de animações do estúdio japonês viralizam nas redes sociais. Hayao Miyazaki condenou uso de inteligência artificial na arte em 2016

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FOTO: ReproduçãoRepresentação de cena do documentário "Never-Ending Man: Hayao Miyazaki" (2016), no estilo do Studio Ghibli. Desenho de um homem idoso de perfil

Representação feita pelo ChatGPT de cena do documentário “Never-Ending Man: Hayao Miyazaki” (2016), no estilo do Studio Ghibli

O ChatGPT lançou na terça-feira (25) uma nova ferramenta de geração de imagens. Desde então, usuários a têm utilizado para recriar fotos em diferentes estilos. Um dos traços gerados pelo chatbot que mais viralizaram foi o das animações do Studio Ghibli, conhecido por filmes como “A viagem de Chihiro” (2001) e “O menino e a garça” (2023).  

Pouco depois da viralização dos desenhos produzidos pelo ChatGPT, uma declaração de 2016 de Hayao Miyazaki, cofundador do Studio Ghibli, voltou a circular nas redes sociais. No vídeo, o artista fez críticas ao uso de inteligência artificial na arte. A geração de imagens pelo serviço da OpenAI também levantou discussões sobre violação de direitos autorais. 

Neste texto, o Nexo apresenta a nova funcionalidade do ChatGPT, as críticas de Hayao Miyazaki ao uso de inteligência artificial e os problemas de direitos autorais com o gerador de imagens. 

A funcionalidade do ChatGPT

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