Expresso

Como a espionagem da Abin perturba as negociações de Itaipu

Lucas Zacari

02 de abril de 2025(atualizado 03/04/2025 às 22h12)

Polícia Federal revelou que servidores da agência invadiram computadores de autoridades paraguaias para obter informações sobre acordo pela usina binacional

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FOTO: Joédson Alves/Agência Brasil - 02.01.2025Comportas da usina de Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai. Um grande volume de água em queda. Em primeiro plano, comportas de ferro

Comportas da usina de Itaipu, na fronteira entre Brasil e Paraguai

A Abin (Agência Brasileira de Inteligência) teria espionado integrantes do Congresso e da Presidência do Paraguai para saber detalhes da renovação do acordo de uso da usina de Itaipu. Servidores da agência deram depoimentos para a Polícia Federal sobre o tema.

A informação, revelada em reportagem do portal UOL na segunda-feira (31), gerou mal-estar entre Brasil e Paraguai, algo que não é novidade no histórico da negociação sobre o uso de Itaipu. As bases para a renovação do acordo de operação da usina binacional foram concretizadas em maio de 2024, após 50 anos da construção da hidrelétrica. 

Neste texto, o Nexo apresenta o histórico de negociações pela usina de Itaipu, como a renovação do acordo aconteceu e qual o impacto do caso de espionagem para a relação entre os países. 

O histórico da usina de Itaipu 

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