Os EUA como ‘um mau exemplo de liberdade de imprensa’
João Paulo Charleaux
10 de novembro de 2018(atualizado 28/12/2023 às 12h13)Margaret Sullivan, colunista de mídia do ‘Washington Post’, fala ao ‘Nexo’ sobre as consequências da guerra aberta por Trump contra a imprensa americana
Assessora tenta tirar microfone de repórter da CNN que faz pergunta a Trump
Donald Trump escolheu tratar a imprensa como um partido de oposição. Na lógica do presidente americano, parte dos repórteres não faz perguntas duras para defender o interesse público de saber, mas apenas para minar sua autoridade e prejudicá-lo politicamente.
O presidente dos EUA considera os jornais “ inimigos do povo ”. Não todos, mas “ 80% deles ”. O republicano premia emissoras simpáticas a seu governo – por exemplo, ao conceder longas e repetidas entrevistas exclusivas à Fox News. Por outro lado, ataca canais tidos como de oposição. A CNN é o principal deles. Em janeiro de 2017, na primeira entrevista coletiva de Trump como presidente eleito, a rede foi chamada de “fake news”.
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