Entrevista

A proposta de unificar a fila de UTIs para combater a pandemia

Estêvão Bertoni

23 de abril de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h36)

Campanha de entidades da saúde defende que o governo requisite leitos ociosos no setor privado para receber pacientes do SUS. Ao ‘Nexo’ o pesquisador da UFRJ Leonardo Mattos fala sobre a situação nos hospitais públicos

FOTO: DIEGO VARA/REUTERS – 17.ABR.2020

Funcionária do hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre, veste avental na UTI que recebe doentes com covid-19

Funcionária do hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre, veste avental na UTI que recebe doentes com covid-19

Uma campanha iniciada em março por médicos sanitaristas e profissionais de saúde defende que o governo federal requisite as vagas de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) ociosas do setor privado para que recebam pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde). Em troca, os hospitais particulares receberiam uma indenização. A medida já é prevista em lei no Brasil e foi adotada por diversos países europeus durante a pandemia do novo coronavírus.

Batizada de Leitos para Todos, a campanha divulgou em março um manifesto que já foi assinado por mais de 50 entidades da área da saúde. O texto defende a inclusão de todas as vagas públicas e privadas de UTI num sistema controlado pelo SUS. As secretarias estaduais ficariam responsáveis pela criação de uma fila única de pacientes em casos graves e pelo preenchimento dos leitos.

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