Entrevista

A quebra de patente como acesso à cura da covid-19

João Paulo Charleaux

01 de junho de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h43)

Jorge Bermudez, membro da Fiocruz e colaborador da OMS, fala ao ‘Nexo’ sobre a competição pela propriedade de remédios e vacinas na pandemia

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FOTO: BING GUAN/REUTERS – 22.05.2020

Em primeiro plano, estante de laboratório desfocado. Entre buracos de objetos, uma pesquisadora de máscara manipula materiais de pesquisas sobre o coronavírus

Pesquisadora envolvida em pesquisas sobre o coronavírus em laboratório de San Diego, na Califórnia

Universidades e laboratórios farmacêuticos internacionais estão em estágio avançado de teste de uma possível vacina para o novo coronavírus, e os prognósticos mais otimistas falam na descoberta de um antídoto em menos de dois anos. A chegada de uma solução definitiva aos 193 países do mundo, no entanto, depende de uma queda de braço entre fatores humanitários e de mercado . Nesse cenário, nada garante que o Brasil tenha acesso rápido e em quantidade suficiente de uma vacina capaz de debelar uma pandemia que já provocou, até o fim do mês de maio, mais de 29 mil mortes no país.

Desde que o Brasil quebrou a patente de antirretrovirais usados no tratamento da Aids, em 2007, esse vem sendo um atalho eficiente para garantir que os medicamentos sejam encarados como bens de interesse coletivo mundial, e não apenas produtos a serem adquiridos pelos que podem pagar por eles.

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