Entrevista

‘Rússia trata ex-repúblicas soviéticas como seu quintal’

João Paulo Charleaux

15 de janeiro de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h24)

Antropóloga norueguesa Erika Fatland fala ao ‘Nexo’ sobre o peso na geopolítica atual de cinco ex-repúblicas soviéticas da Ásia Central, grupo que ela apelidou de ‘sovietistão’

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FOTO: VLADIMIR PIROGOV/REUTERS – 14.01.2022

Militares marcham com uma bandeira vermelha, do Quirguistão, diante de uma cadeia de montanhas nevadas

Tropas do Quirguistão, sob comando da Rússia, participam de ação conjunta no Cazaquistão

Os protestos , a violenta repressão e a queda do primeiro-ministro do Cazaquistão na primeira semana de 2022 jogou luz sobre esse pouco conhecido país da Ásia Central e sobre o papel da Rússia como uma potência que avança seus interesses em direção ao Ocidente, oferecendo respaldo militar aos governos das ex-repúblicas soviéticas, com a condição de um alinhamento automático a Moscou.

O Nexo entrevistou nesta quarta-feira (12), por telefone, a antropóloga norueguesa Erika Fatland, autora de dois livros premiados que rondam essa questão. O primeiro, lançado em português, é “Sovietistão”, no qual ela fala sobre Cazaquistão, Uzbequistão, Turcomenistão, Tadjiquistão e Quirguistão. O segundo, de 2020, é “The Border” (A fronteira, em tradução livre), indisponível em português, no qual ela viajou por todos os países que fazem fronteira com a Rússia.

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