Como a Colômbia e as Farc tentam pôr fim a uma guerra de 52 anos
João Paulo Charleaux
23 de junho de 2016(atualizado 28/12/2023 às 02h00)Em Cuba, negociadores do governo e da guerrilha concluem acordo de paz que vinha sendo debatido desde fevereiro de 2012. Saída do conflito passa por cinco pontos delicados
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Policiais participam de ato em homenagem a colegas sequestrados pelas Farc
Depois de 52 anos de um conflito armado interno que deixou mais de 220 mil mortos, o governo da Colômbia e as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) assinaram nesta quinta-feira (22), em Havana, capital de Cuba, um acordo de paz que vinha sendo costurado desde o dia 23 de fevereiro de 2012.
O ato põe fim a um dos conflitos armados mais longos do mundo, abre caminho para a reintegração de milhares de guerrilheiros, cria condições para a retirada de minas e outras armadilhas explosivas que infestam zonas rurais da Colômbia e lança as bases para um plano nacional de reforma agrária e para uma nova política de drogas no país.
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