Expresso

Doação on-line cresce em 2016, mas isso não quer dizer muita coisa. Saiba por quê

Lilian Venturini

16 de outubro de 2016(atualizado 28/12/2023 às 02h29)

Mesmo com o veto do financiamento empresarial, repasses a candidatos via internet permanecem sendo uma parte muito pequena do bolo do dinheiro que circula nos comitês. Marcelo Freixo é a exceção

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FOTO: OLIVIA HARRIS/REUTERS

Doações eleitorais pela internet somaram apenas 0,05% do total em 2016

Doações eleitorais pela internet somaram apenas 0,05% do total em 2016

As novas regras para a disputa eleitoral de 2016 mexeram no bolso dos políticos e dos partidos. As empresas, que respondiam em média por 75% das doações, foram proibidas de financiar candidaturas. O resultado, como esperado, foi a queda na arrecadação: as campanhas ficaram 71% mais baratas.

Na contramão dessas cifras, apenas as doações pela internet aumentaram na comparação com a eleição municipal de 2012. Não se trata necessariamente de uma notícia que demonstra uma tendência de digitalização do financiamento eleitoral brasileiro. A despeito do aumento, o desempenho da internet permanece quase imperceptível dentro do quadro total de doações.

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