Expresso

Em quais atividades as máquinas poderão nos substituir. E quando

Juliana Domingos

26 de junho de 2017(atualizado 28/12/2023 às 02h39)

Estudo pediu que especialistas em inteligência artificial estimassem o que os robôs serão capazes de fazer ao longo do tempo

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FOTO: ITU PICTURES/CREATIVE COMMONS

Sophia, a robô da empresa Hanson Robotics, fala em conferência internacional de AI realizada na Suíça em junho de 2017

Sophia, a robô da empresa Hanson Robotics, fala em conferência internacional de AI realizada na Suíça em junho de 2017

As máquinas que espelham habilidades humanas e “pensam” por conta própria não pertencem mais somente ao universo da ficção científica. Veículos que se dirigem sozinhos, chamados de autônomos, por exemplo, são realidade. Eles estão sendo desenvolvidos pelo Google e por outras empresas de tecnologia e poderão deixar milhões de motoristas desempregados na próxima década.

Pensando nos desafios dessa transição, como o próprio desemprego, a criação de novas políticas públicas, leis e mecanismos de regulação para a presença da inteligência artificial (IA) na vida cotidiana, pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e da Universidade de Oxford, na Inglaterra, realizaram uma pesquisa com os maiores especialistas em IA no mundo, buscando antecipar e se preparar para os avanços iminentes dessa tecnologia.

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