Por que São Paulo revogou o serviço que usa dados sigilosos do RG
André Cabette Fábio
15 de junho de 2018(atualizado 28/12/2023 às 08h01)Ainda não há no Brasil uma lei específica que crie regras sobre o que empresas ou o governo podem fazer com as informações que coletam sobre a população
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Imigrante venezualena tem as impressões digitais registradas pela Polícia Federal em Boa Vista, em maio de 2018
Na quinta-feira (14), o governo de São Paulo revogou a venda de um serviço que permitiria a empresas verificarem a identidade de 30 milhões de paulistas a partir de dados sigilosos coletados pela Secretaria de Segurança Pública.
Esse é o órgão responsável por coletar dados e emitir o Registro Geral, ou RG. Pelo sistema, empresas teriam acesso ao banco de dados usado pelas polícias paulistas, que são ligadas à Secretaria de Segurança Pública. Entre eles, a impressão digital, o nome, o nome da mãe e o ano de nascimento.
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