Expresso

O cerco a Romário, ídolo do futebol que quer governar o Rio

Lilian Venturini

06 de julho de 2018(atualizado 28/12/2023 às 02h39)

Senador, pré-candidato pelo Podemos, é cobrado a pagar dívidas pela Justiça e tem seu patrimônio avaliado por órgão federal

FOTO: MARCOS OLIVEIRA/AG. SENADO – 09.05.2018

Senador Romário Faria (Podemos-RJ)

Romário em sessão de comissão do Senado

Romário foi o nome da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, quando o Brasil foi campeão pela quarta vez. Vinte e quatro anos depois, enquanto a seleção amarga uma derrota nas quartas-de final na Rússia, o atacante do tetra traça estratégias para tentar avançar na política, campo que passou a ocupar desde 2010, à época filiado ao PSB.

No 2018 da Copa da Rússia, Romário, agora filiado ao Podemos, decidiu mirar o Executivo e tornou-se pré-candidato ao governo do Rio. Em tempos de eleição, que agora parece mais perto em razão da eliminação da seleção de Tite , a vida e as finanças do senador também ficam em evidência.

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