Expresso

Future-se: por que o MEC mudou seu plano para as universidades

Estêvão Bertoni

28 de outubro de 2019(atualizado 28/12/2023 às 12h29)

Após receber críticas, governo Bolsonaro reformulou proposta, que estará novamente aberta para consulta pública

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FOTO: ALAN SANTOS – 6.SET.2019/PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, durante evento em Brasília

Lançado em julho pelo Ministério da Educação e submetido a uma consulta pública que durou mais de 40 dias, o Future-se, programa que incentiva universidades federais a captar recursos privados, foi remodelado após receber críticas da comunidade acadêmica pela falta de detalhamento e ameaça à autonomia universitária.

No período aberto a consultas pela internet, encerrado em 29 de agosto, foram recebidas mais de 55 mil inscrições e 20 mil contribuições ao projeto, segundo o ministério. Uma nova minuta , aprimorada por um grupo de especialistas jurídicos a partir das sugestões, passou a circular em outubro e será submetida novamente à consulta pública antes de seguir para o Congresso. Para que a proposta seja instituída, é preciso a alteração em leis. A ideia do MEC é enviar o projeto de lei do Future-se para análise dos parlamentares ainda no início de novembro.

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