Como protestos no Chile desidratam a liderança regional de Piñera
João Paulo Charleaux
31 de outubro de 2019(atualizado 28/12/2023 às 12h30)Presidente era interlocutor hábil numa região marcada por governos instáveis. Até que os protestos mudaram seus planos e ele teve que cancelar dois eventos com líderes globais no país
Temas
Compartilhe
Manifestante caminha com retrato de Sebastián Piñera em protesto
A onda de protestos deflagrada no dia 7 de outubro no Chile fez desidratar a liderança que o presidente Sebastián Piñera havia assumido na América do Sul.
Em menos de um mês, Piñera trocou de papéis: de interlocutor privilegiado das potências europeias, passou a ser mais um presidente sul-americano acuado pela própria população e protegido por uma polícia e um Exército agora suspeitos de cometer violações de direitos humanos.
NEWSLETTER GRATUITA
Enviada à noite de segunda a sexta-feira com os fatos mais importantes do dia
Gráficos
O melhor em dados e gráficos selecionados por nosso time de infografia para você
Navegue por temas