Expresso

3 visões sobre o pacote anticrime aprovado na Câmara

Isabela Cruz

09 de dezembro de 2019(atualizado 28/12/2023 às 12h32)

Especialistas em direito concordam sobre o perfil repressivo do projeto que será analisado pelo Senado

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FOTO: ARQUIVO/AGÊNCIA BRASIL

Cela presidiária superlotada. Através das grades, é possível apenas ver vários braços, predominantemente negros, passando pelas barras

O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo

A Câmara dos Deputados aprovou o pacote anticrime no dia 4 de dezembro, mas impôs diversas mudanças à proposta original do ministro da Justiça, Sergio Moro. O projeto foi apresentado em fevereiro de 2019 e trazia temas da plataforma de campanha do presidente Jair Bolsonaro, como o chamado excludente de ilicitude, que ampliaria as hipóteses em que os agentes de segurança não são responsabilizados criminalmente por matar ou ferir gravemente alguém.

Em setembro, no grupo de trabalho instituído na Câmara para analisar projeto, o pacote anticrime já tinha perdido algumas de suas principais propostas . Na votação em sessão plenária, em dezembro, o governo não conseguiu retomar os pontos derrubados pelo grupo de trabalho, nem derrubar emendas feitas por partidos da oposição, como a que cria a figura do juiz de garantias no sistema processual criminal.

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