Expresso

Como o Renda Cidadã expõe a lógica do teto de gastos

Marcelo Roubicek

03 de outubro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h53)

Regra fiscal não permite ao governo aumentar a arrecadação para bancar novo programa social. Alternativas de corte de despesas têm sido mal recebidas em Brasília e no mercado

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FOTO: ADRIANO MACHADO/19.AGO.2020

Paulo Guedes, de terno e gravata, gesticula com a mão direita. A mão parece delimitar um teto, ficando paralela ao chão e erguida à altura do ombro.

O ministro Paulo Guedes em evento no Palácio do Planalto, em Brasília

O auxílio emergencial alcançou diretamente mais de 66 milhões de brasileiros e levou a pobreza a níveis historicamente baixos no Brasil, mesmo em meio à recessão de proporções históricas. O benefício também ajudou a “ segurar ” a queda do PIB (Produto Interno Bruto) e foi o principal fator impulsionador da popularidade do presidente na pandemia – apesar de ter sido articulado pelo Congresso Nacional.

Frente à importância econômica, política e social do benefício, o governo de Jair Bolsonaro busca desenhar um programa social que atue como um sucessor do auxílio emergencial, e que também substitua o Bolsa Família, programa que marcou gestões dos presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva (2003 a 2010) e Dilma Rousseff (2011 a 2016).

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