Expresso

O que é a autonomia do Banco Central sob análise do Congresso

Isabela Cruz

09 de novembro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h56)

Projeto aprovado no Senado prevê mandatos fixos para a direção da instituição, descolados do de presidente da República. Texto precisa passar pela Câmara

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FOTO: ADRIANO MACHADO/REUTERS – 7.ABR.2020

Roberto Campos Neto, de óculos e terno, fala ao microfone e levanta a mão esquerda. Fundo azul

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em coletiva de imprensa

O Senado aprovou em 3 de novembro, por 56 votos a 12, um projeto de lei complementar que fixa mandatos para o presidente e os oito diretores do Banco Central, de forma não coincidente com o do governo federal,além de outras mudanças que buscam garantir a autonomia da instituição . Atualmente, esses cargos podem ser exonerados a qualquer momento pelo presidente da República.

A ideia é que a direção do banco, escolhida pelo presidente e aprovada pelo Senado, tenha autonomia para, depois de nomeada, tomar as decisões de política monetária que achar necessárias, independentemente dos projetos políticos (circunstanciais ou estratégicos) de quem estiver no governo.

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