Expresso

O otimismo de Guedes com a arrecadação e o emprego faz sentido?

Marcelo Roubicek

19 de maio de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h08)

O ‘Nexo’ conversou com analistas sobre os dados usados pelo ministro para justificar uma visão positiva da economia brasileira em 2021

FOTO: MARCOS CORRÊA/PR – 05.FEV.2021

Paulo Guedes, sentado e sem máscara, gesticula em frente a um microfone. Ao, a bandeira do Brasil e um painel azul com o símbolo da presidência da República.

Paulo Guedes em entrevista coletiva em Brasília

“Os fatos são que a doença cedeu bastante e a economia voltou com muita força”. A frase foi dita pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em 23 de novembro de 2020 . Poucos meses depois, em abril de 2021, o Brasil vivia seu pior momento na pandemia , com média móvel de mortes por covid-19 acima de 3.000 por dia. As expectativas com relação à economia, por sua vez, estavam em baixa , acompanhando o agravamento da crise sanitária, o desemprego elevado, a inflação em alta e a deterioração das contas públicas .

A fala do final de novembro foi apenas uma das muitas demonstrações públicas de otimismo do ministro desde o início da pandemia. Em março de 2020, nos primeiros momentos da crise sanitária, Guedes minimizou o impacto potencial do novo coronavírus e disse que a economia poderia crescer 2,5% mesmo com a chegada da doença ao Brasil. O PIB (Produto Interno Bruto) fechou o ano com queda de 4,1% , terceiro pior resultado anual desde 1901.

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