Expresso

O que o Supremo pode decidir sobre a uberização do trabalho

Leonardo Rodrigues

25 de fevereiro de 2024(atualizado 25/02/2024 às 22h15)

Tribunal discute repercussão geral de um caso de reconhecimento de vínculo de emprego entre trabalhador e aplicativo. O ‘Nexo’ lista as divergências que mobilizam o debate sobre o tema

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FOTO: Rahel Patrasso/ReutersEntregador sentado ao lado de mochila com logo do iFood e bicicleta

Entregador do iFood em dia de trabalho

O Supremo começou a discutir na sexta-feira (23) a repercussão geral de um caso de reconhecimento ou não de vínculo empregatício entre trabalhadores e aplicativos. 

A “uberização” do trabalho – em plataformas digitais, como Uber, iFood, Rappi e similares – traz contradições em decisões judiciais. Juízes trabalhistas vão para um lado. Tribunais superiores, para outro.

Neste texto, o Nexo explica a dinâmica dos casos e os conflitos que estão por trás da discussão.

A uberização brasileira

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