Como uma fusão entre Gol e Azul expõe a crise no setor aéreo
Marcelo Montanini
15 de outubro de 2024(atualizado 17/10/2024 às 12h38)Duas grandes empresas voltam a negociar. Acordo gera preocupação quanto à concorrência no mercado brasileiro, que já é altamente concentrada em três companhias e, e impacto para consumidor
Avião da companhia aérea Gol voando a partir do aeroporto internacional de Brasília
A fusão entre Azul e Gol voltou a ser negociada pelas companhias aéreas. A expectativa é que o anúncio do negócio ocorra ainda em 2024, mas que os trâmites junto ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que precisa aprovar o negócio, estenda-se para o próximo ano. A informação foi publicada na sexta-feira (11) pelo jornal Valor Econômico.
As empresas são concorrentes no mercado brasileiro, que já é altamente concentrado em três companhias. Tanto a Azul quanto a Gol passam por dificuldades e tentam reorganizar as finanças. Essa, todavia, tem sido uma situação comum no setor aéreo.
Neste texto, o Nexo fala da situação financeira da Azul e da Gol, da possível fusão entre as aéreas e do potencial impacto para os consumidores.
NEWSLETTER GRATUITA
Enviada à noite de segunda a sexta-feira com os fatos mais importantes do dia
Gráficos
O melhor em dados e gráficos selecionados por nosso time de infografia para você
Navegue por temas