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Como uma fusão entre Gol e Azul expõe a crise no setor aéreo

Marcelo Montanini

15 de outubro de 2024(atualizado 17/10/2024 às 12h38)

Duas grandes empresas voltam a negociar. Acordo gera preocupação quanto à concorrência no mercado brasileiro, que já é altamente concentrada em três companhias e, e impacto para consumidor

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FOTO: Adriano Machado/Reuters 27.05.2024Avião da companhia aérea Gol voando a partir do aeroporto internacional de Brasília

Avião da companhia aérea Gol voando a partir do aeroporto internacional de Brasília

A fusão entre Azul e Gol voltou a ser negociada pelas companhias aéreas. A expectativa é que o anúncio do negócio ocorra ainda em 2024, mas que os trâmites junto ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que precisa aprovar o negócio, estenda-se para o próximo ano. A informação foi publicada na sexta-feira (11) pelo jornal Valor Econômico.

As empresas são concorrentes no mercado brasileiro, que já é altamente concentrado em três companhias. Tanto a Azul quanto a Gol passam por dificuldades e tentam reorganizar as finanças. Essa, todavia, tem sido uma situação comum no setor aéreo.

Neste texto, o Nexo fala da situação financeira da Azul e da Gol, da possível fusão entre as aéreas e do potencial impacto para os consumidores.

A situação das aéreas

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