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Rio de Janeiro derruba a obrigatoriedade do uso de máscaras

Da Redação

07 de março de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h23)

É a primeira capital do país a acabar com a exigência do equipamento de proteção individual contra a covid-19 em estabelecimentos públicos e privados

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FOTO: SERGIO MORAES/REUTERS – 2.JUL.2020

Imagem mostra mulher de máscara, óculos pretos, parada, em cima de uma bicicleta e olhando o mar, que aparece ao fundo

Mulher usa máscara durante passeio de bicicleta pela praia do Leblon, no Rio de Janeiro

O uso de máscaras de proteção contra a covid-19 não é mais obrigatório na cidade do Rio de Janeiro: a capital carioca, que já havia flexibilizado a obrigatoriedade do equipamento em espaços ao ar livre, decidiu nesta segunda-feira (7) desobrigar o uso também em locais fechados. A decisão foi tomada após análise do Comitê Científico de Enfrentamento à Covid-19 da prefeitura. É a primeira capital do país a tomar a medida.

A nova regra já está valendo na cidade: o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD) publicou o decreto no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro no começo da tarde desta segunda. No documento, a norma desobriga o uso em estabelecimentos comerciais, industriais e de prestação de serviços, bem como em serviços públicos municipais e em veículos de uso público restrito ou controlado. Paes compartilhou o trecho do documento em seu twitter .

Nos comentários da postagem do prefeito, há várias críticas sobre a medida que desobriga o uso em locais fechados. Há, porém, quem concorde com a medida pelo patamar atingido pela vacinação contra a covid-19 no Rio de Janeiro: 54% da população acima de 18 anos já está imunizada com as três doses da vacina. Paes também disse no post (informação publicada no decreto), que a exigência do passaporte vacinal na cidade será deve ser mantida pelo menos até o fim de março ou quando 70% da população elegível para a vacina estiver com as três doses em dia.

A reunião do comitê, que conta com 12 membros, durou cerca de duas horas, s egundo o jornal O Globo. O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, salientou que todos os locais, de escolas a hospitais, não poderão exigir o item de proteção, mas a pessoa pode optar por continuar usando. E pediu que pessoas com comorbidades, não vacinados e com sintomas da doença continuem a utilizar o equipamento.

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