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Anestesista é preso em flagrante por estuprar mulher grávida

Da Redação

11 de julho de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h35)

Médico Giovanni Quintella Bezerra agrediu paciente que estava dopada antes de passar por cesárea. Caso aconteceu em São João do Meriti, no Rio de Janeiro

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FOTO: REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Momento da prisão em flagrante do médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra

Momento da prisão em flagrante do médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra

O médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi preso em flagrante na madrugada desta segunda-feira (11) por estuprar uma mulher grávida enquanto ela estava dopada para passar por uma cesárea no Hospital da Mulher, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

Funcionárias do hospital gravaram um vídeo que mostra Bezerra colocando o pênis na boca da paciente. As enfermeiras e técnicas responsáveis pela gravação contaram ao G1 que já desconfiavam da conduta dele. O anestesista já tinha participado de duas operações no domingo (10).

A prisão em flagrante foi feita pela delegada Bárbara Lomba, da Delegacia de Atendimento à Mulher de São João do Meriti. Bezerra foi indiciado por estupro de vulnerável. Caso seja condenado, terá que cumprir uma pena de 8 a 15 anos de reclusão. Segundo o portal G1, a defesa do anestesita aguarda acesso à íntegra dos depoimentos para se manifestar.

A Secretaria de Estado de Saúde, à qual o Hospital da Mulher está subordinado, e a Fundação Saúde do Estado do Rio de Janeiro divulgaram uma nota repudiando a conduta do médico. “Informamos que será aberta uma sindicância interna para tomar as medidas administrativas, além de notificação ao Cremerj (Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro). A equipe do Hospital da Mulher está prestando todo apoio à vítima e à sua família”, informaram. “Esse comportamento, além de merecer nosso repúdio, constitui-se em crime, que deve ser punido de acordo com a legislação em vigor”, completaram.

O Cremerj, por sua vez, abriu um processo para expulsar o anestesista. Em depoimento ao G1, o presidente do órgão, Clovis Bersot Munhoz, classificou as cenas que mostram o momento do estupro como “absurdas”. A polícia trabalha para descobrir outras possíveis vítimas do anestesista.

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