Como ler junho de 2013 com os olhos de 2018, segundo este pesquisador
Lilian Venturini
09 de junho de 2018(atualizado 28/12/2023 às 02h43)Professor da UERJ aponta a emergência de novos sujeitos políticos após as manifestações, que, para ele, marcam ‘um antes e um depois’ na trajetória dos protestos no país
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Manifestantes na Avenida Paulista, em um dos protestos de junho de 2013
Em 2 de junho de 2013, um domingo, entrou em vigor a tarifa de R$ 3,20 do ônibus e do metrô, reajustada em R$ 0,20 pela Prefeitura de São Paulo e pelo governo estadual. No dia seguinte começaram protestos contra o aumento que, em pouco tempo, tomaram proporções inesperadas.
Hoje, cinco anos depois, esses atos ainda provocam análises entre pesquisadores, que buscam entender as motivações e os desdobramentos daqueles protestos. Entre a classe política, eles tornaram-se uma fonte recorrente de preocupação, pelo temor de que algo semelhante volte a ocorrer – a exemplo do receio do governo Temer diante da paralisação dos caminhoneiros , no fim de maio.
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