Entrevista

‘Temos que pensar o ano de 2021 com a cautela de um pós-guerra’

Marcelo Roubicek

08 de outubro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h55)

Ao ‘Nexo’, a professora e procuradora Élida Graziane fala sobre o teto de gastos e os dilemas orçamentários do governo diante dos efeitos da pandemia do novo coronavírus

FOTO: BRUNA PRADO/GETTY IMAGES – 20.MAI.2020

Em fila, pessoas desfocadas usam todas máscaras. Homem em destaque ajeita máscara

Homem ajeita máscara em fila para sacar o auxílio emergencial no Rio de Janeiro

A pandemia do novo coronavírus obrigou o governo a aumentar gastos com a área de saúde e dar apoio financeiro à população economicamente atingida pela crise. Esse aumento de despesas só foi possível porque o Congresso decretou calamidade pública em março e aprovou em maio o orçamento de guerra , um orçamento paralelo para as despesas relacionadas à covid-19. Ambas medidas afrouxaram as regras fiscais para o momento de combate à crise.

Esse afrouxamento foi o que permitiu que o governo federal pudesse bancar novos gastos como o auxílio emergencial , articulado pelos parlamentares em R$ 600 reais nos primeiros meses da crise. O auxílio atingiu mais de 67 milhões de brasileiros e ajudou a reduzir a pobreza no país a níveis historicamente baixos .

NEWSLETTER GRATUITA

Nexo | Hoje

Enviada à noite de segunda a sexta-feira com os fatos mais importantes do dia

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Gráficos

nos eixos

O melhor em dados e gráficos selecionados por nosso time de infografia para você

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Navegue por temas