‘Temos que pensar o ano de 2021 com a cautela de um pós-guerra’
Marcelo Roubicek
08 de outubro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h55)Ao ‘Nexo’, a professora e procuradora Élida Graziane fala sobre o teto de gastos e os dilemas orçamentários do governo diante dos efeitos da pandemia do novo coronavírus
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Homem ajeita máscara em fila para sacar o auxílio emergencial no Rio de Janeiro
A pandemia do novo coronavírus obrigou o governo a aumentar gastos com a área de saúde e dar apoio financeiro à população economicamente atingida pela crise. Esse aumento de despesas só foi possível porque o Congresso decretou calamidade pública em março e aprovou em maio o orçamento de guerra , um orçamento paralelo para as despesas relacionadas à covid-19. Ambas medidas afrouxaram as regras fiscais para o momento de combate à crise.
Esse afrouxamento foi o que permitiu que o governo federal pudesse bancar novos gastos como o auxílio emergencial , articulado pelos parlamentares em R$ 600 reais nos primeiros meses da crise. O auxílio atingiu mais de 67 milhões de brasileiros e ajudou a reduzir a pobreza no país a níveis historicamente baixos .
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