Por que o Chile decidiu dar uma força para as pequenas quitandas de bairro
João Paulo Charleaux
09 de agosto de 2016(atualizado 28/12/2023 às 02h12)Além de dinamizar a economia, gerando emprego e renda para 400 mil famílias, mercadinhos, padarias e hortifruti humanizam a convivência cotidiana e protegem teia de relações que ainda resistem nas grandes cidades
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Pessoas fazem compras em mercado de pequeno porte
O governo do Chile anunciou nesta segunda-feira (8) o lançamento de um programa chamado Armazéns do Chile , que injetará o equivalente a US$ 1,5 milhão em pequenos negócios que tentam sobreviver ao avanço dos hipermercados e das grandes cadeias de negócios no país.
Embora as principais justificativas sejam econômicas – como a geração de emprego e renda – o programa traz consigo variáveis incomuns e menos tangíveis em iniciativas do gênero, tais como a identidade de bairro, o fomento às relações interpessoais, a preservação do patrimônio material e imaterial, o fortalecimento das organizações comunitárias e a simples ideia de que as relações comerciais podem trazer para o cotidiano outras trocas além da compra e venda de produtos.
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