Expresso

Por que a promiscuidade masculina ‘natural’ é um mito, segundo esta bióloga

Juliana Domingos

31 de janeiro de 2017(atualizado 28/12/2023 às 01h27)

Pesquisadora de universidade americana reuniu evidências que refutam a tese de que fêmeas têm comportamento sexual monogâmico e ‘recatado’

FOTO: WILLIAM THOMPSON/WIKIMEDIA COMMONS

A associação entre a diferença das células reprodutivas masculinas e femininas e o comportamento sexual de machos e fêmeas foi feita pela primeira vez por Darwin

A crença de que homens são promíscuos e que mulheres têm um comportamento sexual mais cauteloso e recatado é disseminada culturalmente . Alguns biólogos, antropólogos e psicólogos defendem que diferenças no comportamentos sexual de machos e fêmeas, mesmo no caso dos seres humanos, têm raízes biológicas .

Em um artigo para o site “The Conversation”, no entanto, a professora emérita de biologia da Universidade Missouri-St. Louis, nos Estados Unidos, Zuleyma Tang-Martinez mostra que dados atuais desbancam pesquisas do século passado que justificaram a diferença das práticas sexuais de homens e mulheres por meio da biologia. Outros cientistas também começaram a questionar a tese a partir dos novos dados.

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