Expresso

A relação da Odebrecht com o sistema político em 5 pontos centrais

Lilian Venturini

17 de abril de 2017(atualizado 28/12/2023 às 02h27)

Delações de executivos e ex-executivos demonstram como a maior empreiteira do país criou métodos para ampliar sua influência dentro de governos e partidos e, assim, expandir seus negócios

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FOTO: MARIANA BAZO/REUTERS – 21.03.2017

Obra da Odebrecht, em Lima, no Peru

Canteiro de obras da Odebrecht, em Lima, no Peru

O conteúdo das delações premiadas de executivos e ex-executivos da Odebrecht tem dominado o debate público. Os depoimentos, divulgados oficialmente no dia 12 de abril em vídeo , motivaram a abertura de quase uma centena de inquéritos no Supremo Tribunal Federal e podem servir de base para outras centenas de apurações em tribunais de instâncias inferiores.

O ponto comum na fala dos 78 delatores é como a empreiteira, a maior do Brasil, atuava no meio político para garantir seus negócios. Em troca de contratos públicos superfaturados e favores que atendiam a seus interesses comerciais, a empresa se valia de doações milionárias a campanhas eleitorais e pagamentos de propina.

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