Expresso

Em quais pontos a reforma da Previdência mexe com servidores. E em quais deixa tudo como está

Bruno Lupion

25 de abril de 2017(atualizado 28/12/2023 às 02h19)

Texto em discussão na Câmara define idade mínima obrigatória para funcionários públicos e pode impor transição dura para quem assumiu cargo antes de 2003. Policiais e professores conseguiram manter regimes especiais e militares ficaram de fora

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FOTO: DIVULGAÇÃO – 22/3/2016

Deputado Arthur Maia, relator da reforma da Previdência, concede entrevista

Deputado Arthur Maia, relator da reforma da Previdência, concede entrevista

Quando anunciou sua intenção em reformar a Previdência , em julho de 2016, o presidente Michel Temer cogitava criar um regime único de aposentadorias, que englobasse os servidores públicos e os trabalhadores do regime geral, vinculados ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

A iniciativa chamou a atenção de quem defendia um tratamento equilibrado do governo em relação aos dois universos: quem trabalha no setor público e quem trabalha para a iniciativa privada. À época, o Palácio do Planalto havia acabado de apoiar a aprovação de reajustes para diversas categorias do funcionalismo, ao custo de R$ 69 bilhões até 2018, em plena recessão e alta do desemprego — e  uma semana depois de defender o congelamento dos gastos públicos por 20 anos.

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