Por que a evolução da espécie não cessa mesmo com as máquinas a serviço da humanidade
José Orenstein
05 de julho de 2017(atualizado 28/12/2023 às 07h51)Agricultura e medicina permitiram ao homem ‘escapar’ da seleção natural, mas as teorias de Darwin continuam fazendo sentido diante dos avanços tecnológicos
O cientista Charles Darwin lançou no século 19 as bases da teoria da evolução, até hoje é sustentada
Em tempos recentes, tornou-se popular duvidar das bases da teoria da evolução. Para além do criacionismo bíblico, que já chegou a ser proposto como matéria obrigatória nas escolas, há os defensores da tese do design inteligente, que têm centros dedicados à sua discussão até mesmo em universidades – para estes, a complexidade da vida só pode ser explicada por algum tipo de inteligência superior.
O consenso científico, porém, ainda sustenta, de forma geral, as teses de Charles Darwin, expostas em meados do século 19 com “A Origem das Espécies”. O cientista britânico lançou as bases para o entendimento de que a vida na Terra compartilha um mesmo ancestral. E que a evolução significa modificação com descendência: ou seja, a diversidade das espécies deve-se à variada herança genética transmitida através das gerações, que foram sendo naturalmente selecionadas.
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