Expresso

Future-se: quais os entraves no Congresso e nas universidades

Estêvão Bertoni

04 de fevereiro de 2020(atualizado 28/12/2023 às 23h39)

Principal programa do MEC para ensino superior esbarra nas relações de Abraham Weintraub com parlamentares e na baixa adesão. Secretário que formulou proposta pediu demissão da pasta

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FOTO: REPRODUÇÃO/ADUFERPE

Estudantes protestam contra o programa Future-se em Pernambuco

Estudantes protestam contra o programa Future-se em Pernambuco

Um dos principais programas lançados pelo Ministério da Educação na gestão de Abraham Weintraub, o Future-se passou em janeiro de 2020 por uma nova consulta pública e ganhou sua terceira versão desde que foi apresentado pela primeira vez em julho de 2019. A proposta do governo visa dar maior autonomia às universidades federais ao criar incentivos à participação da iniciativa privada nas instituições públicas.

O texto final precisa, agora, ser enviado pelo MEC ao Congresso, já que a iniciativa depende de alterações em leis para poder entrar em vigor. Não há data definida para que isso ocorra. Por conta da resistência da comunidade acadêmica e entre parlamentares, o caminho até sua implantação não deve ser fácil. A pasta vem enfrentando uma crise devido ao desgaste de Weintraub com os erros no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2019.

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