Expresso

Como os presidiários estão à deriva na pandemia, em números

Guilherme Henrique

16 de julho de 2020(atualizado 28/12/2023 às 12h44)

Pesquisa aponta desinformação dos familiares sobre a situação de parentes presos. Número de infectados na população carcerária ultrapassa 7 mil casos

FOTO: WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL

Sombra dos detentos e do agente penitenciário. Eles estão divididos por uma grade. Os detentos estão com os braços levantados como se em protesto ou esperando algo que lhes vai ser dado

Superlotação e falta de assistência médica podem impulsionar casos de coronavírus nas prisões

Um estudo realizado pela FGV (Fundação Getulio Vargas), em parceria com a Associação de Familiares e Amigos de Presos e Presas, divulgado na quinta-feira (16), mostra que 7 em 10 famílias de presidiários no estado de São Paulo apontam estar sem qualquer informação ou contato com o familiar preso durante a pandemia do novo coronavírus.

IntituladaA pandemia de covid-19 e os familiares de presos no estado de São Paulo, a pesquisa, feita de maneira online, ouviu 1.283 familiares, entre 25 de junho e 4 de julho de 2020, com 99% das respondentes do relatório sendo mulheres. O perfil do apenado é o oposto: 97% foram apresentados como homens e 3% como mulheres. Deste total, 20,5% são presos provisórios e 89,4% encontram-se em regime fechado.

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