Bônus sem ônus? A atitude militar ao se envolver na política
João Paulo Charleaux
08 de julho de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h13)Forças Armadas rechaçam críticas à má gestão na Saúde e às suspeitas de corrupção, enquanto ampliam em níveis recordes sua própria participação na administração pública civil
Jair Bolsonaro (esq) conversa com o ex-ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, em Brasília
A forte reação do Ministério da Defesa e do comando das Forças Armadas a críticas feitas na quarta-feira (7) pelo presidente da CPI da Covid no Senado, Omar Aziz (PSD-AM), evidenciam uma nova tentativa dos militares de se eximir de responsabilidades na pandemia.
Suspeitas de corrupção rondam o Ministério da Saúde, que foi comandado e ocupado em diversos cargos estratégicos por integrantes das Forças Armadas, da ativa e da reserva, nos momentos mais agudos da crise sanitária que já matou mais de 520 mil brasileiros.
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