6 casos que expõem os destinos duvidosos do ‘orçamento secreto’
Isabela Cruz
15 de janeiro de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h18)Por meio das emendas do relator, parlamentares aliados do governo Bolsonaro aplicaram recursos milionários sem controle social. Reportagens têm revelado o destino dessas verbas
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O presidente Jair Bolsonaro desce rampa interna do Palácio do Planalto, acompanhado dos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL)
O Congresso tem até o início de março para revelar ao Supremo Tribunal Federal quais deputados e senadores determinaram o destino das emendas do relator em 2020 e 2021. Menos transparente, a distribuição desse tipo de emenda ao Orçamento foi alargada de forma extraordinária no governo de Jair Bolsonaro, ganhando o apelido de “ orçamento secreto ”.
A menos de dois meses do término do prazo dado pela mais alta corte do país, diferentes veículos de imprensa já levantaram parte dessas informações. As apurações do uso das verbas expõem um acúmulo de destinações duvidosas, que beneficiaram redutos eleitorais de aliados do governo sem que eles tivessem de justificar por que aquelas localidades seriam prioritárias em relação ao restante do país.
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