Expresso

Parte deste texto foi escrita por um robô

Cesar Gaglioni

23 de abril de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h28)

O ‘Nexo’ testou a inteligência artificial GPT-3. Resultado mostra potencial da máquina, mas ainda falta coerência

Temas

Compartilhe

FOTO: PIXABAY

Inteligências artificiais serão parte do cotidiano no futuro próximo

Inteligências artificiais serão parte do cotidiano no futuro próximo

Um dos campos mais promissores da inteligência artificial são os estudos do chamado Processamento de Linguagem Natural – técnicas e princípios que permitem que uma máquina se comunique com um ser humano de forma natural, caso das assistentes de voz Alexa, da Amazon, e Siri, da Apple.

Para além de assistentes de voz, técnicas de Processamento de Linguagem Natural podem ser usadas para gerar textos. Em 2020, o jornal britânico The Guardian publicou um artigo escrito inteiramente por um robô , o GPT-3, sigla para Generative Pre-Training Transformer (Gerador transformador pré-treinado) de 3ª geração – desenvolvido pelo laboratório de pesquisa americano OpenAI, fundado em 2015 por Elon Musk (que saiu da iniciativa em 2018) e fornecedor de soluções para a Microsoft desde 2019.

NEWSLETTER GRATUITA

Nexo | Hoje

Enviada à noite de segunda a sexta-feira com os fatos mais importantes do dia

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Gráficos

nos eixos

O melhor em dados e gráficos selecionados por nosso time de infografia para você

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Navegue por temas