As responsabilidades sobre o novo apagão em São Paulo
Marcelo Montanini
14 de outubro de 2024(atualizado 15/10/2024 às 15h42)Maior cidade do país enfrenta três dias sem energia elétrica. Concessionária italiana é pressionada a resolver problema. Poder público troca acusações enquanto população fica no escuro
Avenida Padre Arlindo Vieira, no bairro do Jabaquara, sem energia elétrica desde sexta-feira (11)
Uma tempestade na noite de sexta-feira (11) em São Paulo deixou sete pessoas mortas e provocou um apagão que já entra no seu quarto dia nesta terça-feira (14). Ao todo, cerca de 2,1 milhões de pessoas foram afetadas pela falta de energia. Mais de 200 mil imóveis ainda não tiveram a energia restabelecida.
A Enel, concessionária de energia na capital paulista e em cidades da região metropolitana de São Paulo, é criticada pela demora na resposta ao problema e por não cumprir o plano de contingência elaborado pela própria empresa depois de novembro de 2023, quando outro apagão deixou milhares de pessoas sem energia por mais de uma semana.
Governo federal, governo estadual e Prefeitura de São Paulo trocam acusações sobre as responsabilidades diante do serviço mal prestado pela multinacional italiana.
Neste texto, o Nexo fala das promessas da Enel, da reação do poder público ao novo apagão em São Paulo e de como o tema tem sido politizado por diferentes atores.
NEWSLETTER GRATUITA
Enviada à noite de segunda a sexta-feira com os fatos mais importantes do dia
Gráficos
O melhor em dados e gráficos selecionados por nosso time de infografia para você
Navegue por temas