
Este gráfico foi publicado originalmente como parte do catálogo da mostra Muros de Ar, representante do pavilhão brasileiro na 16ª Bienal de Arquitetura de Veneza, com curadoria de Gabriel Kozlowski, Laura González Fierro, Marcelo Maia Rosa e Sol Camacho.
Desde o tempo em que o Brasil foi colônia, a vinda de imigrantes foi um tema para o país, que já teve uma parcela expressiva da sua população composta por estrangeiros. Hoje, no entanto, o cenário é outro. Estamos falando de cerca de 700 mil imigrantes estimados entre os mais de 200 milhões de brasileiros. Isso é pouco quando comparado a países como os Estados Unidos, que têm o maior volume absoluto de imigrantes na sua população, ou países reconhecidos por políticas específicas para a atração de estrangeiros como o Canadá e a Austrália.
Este conjunto de gráficos traz uma compilação de dados que permitem olhar como o tema atravessa a história brasileira. As diferentes ondas migratórias ajudaram a moldar o país em relação à sua demografia, tiveram impactos econômicos e culturais importantes e são parte essencial da construção da identidade nacional.
Na sua versão atualizada, o fluxo de estrangeiros ganha novas dimensões, mas também recoloca reflexões antigas. O Brasil deseja e está pronto para receber essas pessoas? Como controlar sua entrada e regular sua permanência? Quais serão os efeitos, do ponto de vista social e cultural? Até agora, o investimento parece ter sido maior no plano legal e institucional. Desde maio de 2017, o país conta com uma nova Lei de Migração, que substitui o Estatuto do Estrangeiro, em vigor desde 1980, mas formulado originalmente no período da ditadura militar. Esforços de documentação e regularização dessa população estão em curso.
Mas como avaliar o impacto que tal diversidade de culturas produz no cotidiano de muitas cidades brasileiras? Estamos diante de novas dinâmicas urbanas, muitas vezes com bairros inteiros transformados em verdadeiros territórios étnicos, capazes de mobilizar, entre outras coisas, a economia, o mercado habitacional, os serviços públicos, além de promover novas experiências culturais.
Os dados mostram um novo padrão de imigração, com diferentes países de origem, refletindo crises locais e questões da ordem da geopolítica mundial. Mais de 50% dos indivíduos que chegam ao país hoje têm entre 19 e 30 anos. Ou seja, estão em plena idade produtiva. A região Sudeste é de longe o destino mais procurado. A categoria “estudante” aparece com frequência entre as ocupações. Tal combinação sugere que estamos falando de indivíduos que terão a oportunidade de “fazer sua vida” no país. Ao mesmo tempo, é claro que estamos diante de um novo ciclo de negociações culturais em que as possibilidades de troca terão, como em outros momentos, grandes implicações na identidade brasileira.
Imigração de portugueses para o Brasil
Entre 1500 e 1991, segundo estimativas do IBGE
imigrantes portugueses
0
100 mil
200 mil
300 mil
400 mil
500 mil
600 mil
estimativa total do período
1500 − 1580
1581 − 1640
1641 − 1700
1701 − 1760
os períodos das estimativas são descontinuados
1808 − 1817
1881 − 1900
1901 − 1930
1931 − 1950
1981 − 1991
Qual a nacionalidade dos imigrantes que chegaram ao Brasil
Entre 1884 e 1959, segundo estimativas do IBGE
em % do total de imigrantes
100%
OUTROS
TURCOS E ÁRABES*
ALEMÃES
ESPANHÓIS
JAPONESES
50%
ITALIANOS
PORTUGUESES
0
1884 − 1893
1894 − 1903
1904 − 1913
1914 − 1923
1924 − 1933
1945 − 1949
1950 − 1954
1955 − 1959
INTERVALOS DE 9 EM 9 ANOS
INTERVALOS DE 4 EM 4 ANOS
* Inclui os imigrantes que vieram dos territórios que integravam o império otomano, como turcos, sírios e libaneses.
Fonte: "Brasil: 500 anos de povoamento", IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Gênero dos imigrantes
Dos que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
66%
34%
HOMENS
MULHERES
Idade dos imigrantes quando chegaram ao Brasil
Dos que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
imigrantes
40 mil
30 mil
20 mil
10 mil
0
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
IDADE AO IMIGRAR
Origem e destino dos que imigraram ao Brasil
Das principais nacionalidades que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
VIERAM DE
FORAM PARA
Bolívia
106 mil imigrantes
Haiti
Sudeste
81,5 mil
306,2 mil
EUA
72,2 mil
Argentina
54,1 mil
Sul
China
87,7 mil
49,4 mil
Colômbia
Nordeste
42,8 mil
37,0 mil
Portugal
Norte
36,3 mil
24,6 mil
Centro-Oeste
Peru
22,6 mil
35 mil
Nacionalidade dos imigrantes que chegaram ao Brasil
Entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
em % do total de estrangeiros
100%
ARGENTINOS
BOLIVIANOS
COLOMBIANOS
CHINESES
NORTE-AMERICANOS
HAITIANOS
PERUANOS
PORTUGUESES
50%
OUTROS
0
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
2016
Profissão dos imigrantes quando chegaram ao Brasil
Das principais nacionalidades que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal*, em % do total de imigrantes de cada país
Portugal
Peru
Haiti
ENGENHEIRO
MARINHEIRO
DO LAR
ESTUDANTE
PADEIRO
ENGENHEIRO
APOSENTADO
OUTROS
ESTUDANTE
ESTUDANTE
VENDEDOR
PEDREIRO
OUTROS
DIRETOR/
PROPRIETÁRIO
OUTROS
SEM OCUPAÇÃO
COSTUREIRO
EUA
Colômbia
China
SEM
OCUPAÇÃO
MÉDICO
DO LAR
ENGENHEIRO
ESTUDANTE
MARINHEIRO
OUTROS
VENDEDOR
ESTUDANTE
SACERDOTE
DIRETOR/
PROPRIETÁRIO
VENDEDOR
ESTUDANTE
OUTROS
OUTROS
Bolívia
Argentina
ENGENHEIRO
PROFESSOR
SEM
OCUPAÇÃO
Os nomes das profissões são provenientes dos registros da Polícia Federal e foram adaptados para melhor leitura. Por exemplo, vendedor inclui: empregado de casa comercial, comerciário, vendedor ambulante, vendedor a domicílio, jornaleiro ou assemelhado. Costureiro inclui: decorador, alfaiate, modista, peleteiro, tapeceiro ou assemelhado. Pedreiro inclui: servente, ladrilheiro, gesseiro, vidraceiro ou assemelhado. Marinheiro inclui: piloto, maquinista, marinheiro ou trabalhador na navegação marítima ou fluvial.
ESTUDANTE
COSTUREIRO
OUTROS
DIRETOR/
PROPRIETÁRIO
PRENDAS
DOMÉSTICAS
MENOR
DE
IDADE
ESTUDANTE
Fonte: Sincre 2016 (Sistema Nacional de Cadastro e Registro de Estrangeiros), Polícia Federal.

Este gráfico foi publicado originalmente como parte do catálogo da mostra Muros de Ar, representante do pavilhão brasileiro na 16ª Bienal de Arquitetura de Veneza, com curadoria de Gabriel Kozlowski, Laura González Fierro, Marcelo Maia Rosa e Sol Camacho.
Desde o tempo em que o Brasil foi colônia, a vinda de imigrantes foi um tema para o país, que já teve uma parcela expressiva da sua população composta por estrangeiros. Hoje, no entanto, o cenário é outro. Estamos falando de cerca de 700 mil imigrantes estimados entre os mais de 200 milhões de brasileiros. Isso é pouco quando comparado a países como os Estados Unidos, que têm o maior volume absoluto de imigrantes na sua população, ou países reconhecidos por políticas específicas para a atração de estrangeiros como o Canadá e a Austrália.
Este conjunto de gráficos traz uma compilação de dados que permitem olhar como o tema atravessa a história brasileira. As diferentes ondas migratórias ajudaram a moldar o país em relação à sua demografia, tiveram impactos econômicos e culturais importantes e são parte essencial da construção da identidade nacional.
Na sua versão atualizada, o fluxo de estrangeiros ganha novas dimensões, mas também recoloca reflexões antigas. O Brasil deseja e está pronto para receber essas pessoas? Como controlar sua entrada e regular sua permanência? Quais serão os efeitos, do ponto de vista social e cultural? Até agora, o investimento parece ter sido maior no plano legal e institucional. Desde maio de 2017, o país conta com uma nova Lei de Migração, que substitui o Estatuto do Estrangeiro, em vigor desde 1980, mas formulado originalmente no período da ditadura militar. Esforços de documentação e regularização dessa população estão em curso.
Mas como avaliar o impacto que tal diversidade de culturas produz no cotidiano de muitas cidades brasileiras? Estamos diante de novas dinâmicas urbanas, muitas vezes com bairros inteiros transformados em verdadeiros territórios étnicos, capazes de mobilizar, entre outras coisas, a economia, o mercado habitacional, os serviços públicos, além de promover novas experiências culturais.
Os dados mostram um novo padrão de imigração, com diferentes países de origem, refletindo crises locais e questões da ordem da geopolítica mundial. Mais de 50% dos indivíduos que chegam ao país hoje têm entre 19 e 30 anos. Ou seja, estão em plena idade produtiva. A região Sudeste é de longe o destino mais procurado. A categoria “estudante” aparece com frequência entre as ocupações. Tal combinação sugere que estamos falando de indivíduos que terão a oportunidade de “fazer sua vida” no país. Ao mesmo tempo, é claro que estamos diante de um novo ciclo de negociações culturais em que as possibilidades de troca terão, como em outros momentos, grandes implicações na identidade brasileira.
Imigração de portugueses para o Brasil
Entre 1500 e 1991, segundo estimativas do IBGE
imigrantes portugueses
0
100 mil
200 mil
300 mil
400 mil
500 mil
600 mil
estimativa total do período
1500 − 1580
1581 − 1640
1641 − 1700
1701 − 1760
os períodos das estimativas são descontinuados
1808 − 1817
1881 − 1900
1901 − 1930
1931 − 1950
1981 − 1991
Qual a nacionalidade dos imigrantes que chegaram ao Brasil
Entre 1884 e 1959, segundo estimativas do IBGE
em % do total de imigrantes
100%
OUTROS
TURCOS E ÁRABES*
ALEMÃES
ESPANHÓIS
JAPONESES
50%
ITALIANOS
PORTUGUESES
0
1884 − 1893
1894 − 1903
1904 − 1913
1914 − 1923
1924 − 1933
1945 − 1949
1950 − 1954
1955 − 1959
INTERVALOS DE 9 EM 9 ANOS
INTERVALOS DE 4 EM 4 ANOS
* Inclui os imigrantes que vieram dos territórios que integravam o império otomano, como turcos, sírios e libaneses.
Fonte: "Brasil: 500 anos de povoamento", IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Gênero dos imigrantes
Dos que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
66%
34%
HOMENS
MULHERES
Idade dos imigrantes quando chegaram ao Brasil
Dos que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
imigrantes
40 mil
30 mil
20 mil
10 mil
0
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
IDADE AO IMIGRAR
Origem e destino dos que imigraram ao Brasil
Das principais nacionalidades que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
VIERAM DE
FORAM PARA
Bolívia
106 mil imigrantes
Haiti
Sudeste
81,5 mil
306,2 mil
EUA
72,2 mil
Argentina
54,1 mil
Sul
China
87,7 mil
49,4 mil
Colômbia
Nordeste
42,8 mil
37,0 mil
Portugal
Norte
36,3 mil
24,6 mil
Centro-Oeste
Peru
22,6 mil
35 mil
Nacionalidade dos imigrantes que chegaram ao Brasil
Entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
em % do total de estrangeiros
100%
ARGENTINOS
BOLIVIANOS
COLOMBIANOS
CHINESES
NORTE-AMERICANOS
HAITIANOS
PERUANOS
PORTUGUESES
50%
OUTROS
0
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2015
2016
Profissão dos imigrantes quando chegaram ao Brasil
Das principais nacionalidades que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal*, em % do total de imigrantes de cada país
Portugal
Peru
ENGENHEIRO
MARINHEIRO
DO LAR
ENGENHEIRO
APOSENTADO
ESTUDANTE
ESTUDANTE
VENDEDOR
OUTROS
DIRETOR/
PROPRIETÁRIO
OUTROS
COSTUREIRO
Haiti
EUA
ESTUDANTE
PADEIRO
MARINHEIRO
OUTROS
OUTROS
SACERDOTE
PEDREIRO
ESTUDANTE
SEM OCUPAÇÃO
Colômbia
China
SEM
OCUPAÇÃO
MÉDICO
DO LAR
ENGENHEIRO
ESTUDANTE
VENDEDOR
ESTUDANTE
DIRETOR/
PROPRIETÁRIO
VENDEDOR
OUTROS
OUTROS
Bolívia
Argentina
ENGENHEIRO
PROFESSOR
SEM
OCUPAÇÃO
ESTUDANTE
COSTUREIRO
OUTROS
DIRETOR/
PROPRIETÁRIO
PRENDAS
DOMÉSTICAS
MENOR
DE
IDADE
ESTUDANTE
Os nomes das profissões são provenientes dos registros da Polícia Federal e foram adaptados para melhor leitura. Por exemplo, vendedor inclui: empregado de casa comercial, comerciário, vendedor ambulante, vendedor a domicílio, jornaleiro ou assemelhado. Costureiro inclui: decorador, alfaiate, modista, peleteiro, tapeceiro ou assemelhado. Pedreiro inclui: servente, ladrilheiro, gesseiro, vidraceiro ou assemelhado. Marinheiro inclui: piloto, maquinista, marinheiro ou trabalhador na navegação marítima ou fluvial.
Fonte: Sincre 2016 (Sistema Nacional de Cadastro e Registro de Estrangeiros), Polícia Federal.

Este gráfico foi publicado originalmente como parte do catálogo da mostra Muros de Ar, representante do pavilhão brasileiro na 16ª Bienal de Arquitetura de Veneza, com curadoria de Gabriel Kozlowski, Laura González Fierro, Marcelo Maia Rosa e Sol Camacho.
Desde o tempo em que o Brasil foi colônia, a vinda de imigrantes foi um tema para o país, que já teve uma parcela expressiva da sua população composta por estrangeiros. Hoje, no entanto, o cenário é outro. Estamos falando de cerca de 700 mil imigrantes estimados entre os mais de 200 milhões de brasileiros. Isso é pouco quando comparado a países como os Estados Unidos, que têm o maior volume absoluto de imigrantes na sua população, ou países reconhecidos por políticas específicas para a atração de estrangeiros como o Canadá e a Austrália.
Este conjunto de gráficos traz uma compilação de dados que permitem olhar como o tema atravessa a história brasileira. As diferentes ondas migratórias ajudaram a moldar o país em relação à sua demografia, tiveram impactos econômicos e culturais importantes e são parte essencial da construção da identidade nacional.
Na sua versão atualizada, o fluxo de estrangeiros ganha novas dimensões, mas também recoloca reflexões antigas. O Brasil deseja e está pronto para receber essas pessoas? Como controlar sua entrada e regular sua permanência? Quais serão os efeitos, do ponto de vista social e cultural? Até agora, o investimento parece ter sido maior no plano legal e institucional. Desde maio de 2017, o país conta com uma nova Lei de Migração, que substitui o Estatuto do Estrangeiro, em vigor desde 1980, mas formulado originalmente no período da ditadura militar. Esforços de documentação e regularização dessa população estão em curso.
Mas como avaliar o impacto que tal diversidade de culturas produz no cotidiano de muitas cidades brasileiras? Estamos diante de novas dinâmicas urbanas, muitas vezes com bairros inteiros transformados em verdadeiros territórios étnicos, capazes de mobilizar, entre outras coisas, a economia, o mercado habitacional, os serviços públicos, além de promover novas experiências culturais.
Os dados mostram um novo padrão de imigração, com diferentes países de origem, refletindo crises locais e questões da ordem da geopolítica mundial. Mais de 50% dos indivíduos que chegam ao país hoje têm entre 19 e 30 anos. Ou seja, estão em plena idade produtiva. A região Sudeste é de longe o destino mais procurado. A categoria “estudante” aparece com frequência entre as ocupações. Tal combinação sugere que estamos falando de indivíduos que terão a oportunidade de “fazer sua vida” no país. Ao mesmo tempo, é claro que estamos diante de um novo ciclo de negociações culturais em que as possibilidades de troca terão, como em outros momentos, grandes implicações na identidade brasileira.
Imigração de portugueses para o Brasil
Entre 1500 e 1991, segundo estimativas do IBGE
imigrantes portugueses (em mil)
0
100
200
300
400
500
600
1500 − 1580
1581 − 1640
1641 − 1700
estimativa total do período
1701 − 1760
os períodos das estimativas são descontinuados
1808 − 1817
1881 − 1900
1901 − 1930
1931 − 1950
1981 − 1991
Qual a nacionalidade dos imigrantes que chegaram ao Brasil
Entre 1884 e 1959, segundo estimativas do IBGE
em % do total de imigrantes
100%
OUTROS
TURCOS E
ÁRABES*
ALEMÃES
ESPANHÓIS
JAPONESES
50%
ITALIANOS
PORTUGUESES
0
1884−
1893
1894−
1903
1904−
1913
1914−
1923
1924−
1933
1945−
1949
1950−
1954
1955−
1959
INTERVALOS DE
9 EM 9 ANOS
INTERVALOS DE
4 EM 4 ANOS
* Inclui os imigrantes que vieram dos territórios que integravam o império otomano, como turcos, sírios e libaneses.
Fonte: "Brasil: 500 anos de povoamento", IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Gênero dos imigrantes
Dos que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
66%
34%
HOMENS
MULHERES
Idade dos imigrantes quando chegaram ao Brasil
Dos que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
imigrantes
40 mil
30 mil
20 mil
10 mil
0
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
IDADE AO IMIGRAR
Origem e destino dos que imigraram ao Brasil
Das principais nacionalidades que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
VIERAM DE
FORAM PARA
Bolívia
106 mil imigrantes
Haiti
Sudeste
81,5 mil
306,2 mil
EUA
72,2 mil
Argentina
54,1 mil
China
Sul
87,7 mil
49,4 mil
Colômbia
Nordeste
42,8 mil
37,0 mil
Portugal
Norte
24,6 mil
33,6 mil
Centro-Oeste
Peru
22,6 mil
35 mil
Nacionalidade dos imigrantes que chegaram ao Brasil
Entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal
em % do total de estrangeiros
100%
ARGENTINOS
BOLIVIANOS
CHINESES
COLOMBIANOS
NORTE-AMERICANOS
HAITIANOS
PERUANOS
PORTUGUESES
50%
0
2000
2002
2004
2006
2008
2010
2012
2014
2016
Profissão dos imigrantes quando chegaram ao Brasil
Das principais nacionalidades que imigraram entre 2000 e 2016, segundo dados da Polícia Federal*, em % do total de imigrantes de cada país
Portugal
ENGENHEIRO
APOSENTADO
ESTUDANTE
DIRETOR/
PROPRIETÁRIO
OUTROS
Haiti
ESTUDANTE
PADEIRO
OUTROS
PEDREIRO
SEM OCUPAÇÃO
Colômbia
SEM
OCUPAÇÃO
MÉDICO
DO LAR
ESTUDANTE
VENDEDOR
OUTROS
Bolívia
COSTUREIRO
MENOR
DE
IDADE
ESTUDANTE
Peru
ENGENHEIRO
MARINHEIRO
DO LAR
ESTUDANTE
VENDEDOR
OUTROS
COSTUREIRO
EUA
MARINHEIRO
OUTROS
SACERDOTE
ESTUDANTE
China
ENGENHEIRO
ESTUDANTE
VENDEDOR
DIRETOR/
PROPRIETÁRIO
OUTROS
Argentina
ENGENHEIRO
PROFESSOR
SEM
OCUPAÇÃO
ESTUDANTE
OUTROS
DIRETOR/
PROPRIETÁRIO
PRENDAS
DOMÉSTICAS
Os nomes das profissões são provenientes dos registros da Polícia Federal e foram adaptados para melhor leitura. Por exemplo, vendedor inclui: empregado de casa comercial, comerciário, vendedor ambulante, vendedor a domicílio, jornaleiro ou assemelhado. Costureiro inclui: decorador, alfaiate, modista, peleteiro, tapeceiro ou assemelhado. Pedreiro inclui: servente, ladrilheiro, gesseiro, vidraceiro ou assemelhado. Marinheiro inclui: piloto, maquinista, marinheiro ou trabalhador na navegação marítima ou fluvial.
Fonte: Sincre 2016 (Sistema Nacional de Cadastro e Registro de Estrangeiros), Polícia Federal.
Estava errado: em uma versão anterior deste conteúdo, o rótulo do valor da Colômbia no gráfico “Origem e destino dos que vieram para o Brasil” estava repetido para Portugal. A informação foi corrigida em 27/05/2020, às 19h15.