A tecnologia é uma força poderosa na sociedade. Ela nos permite fazer coisas que antes eram impossíveis e nos conectar com outras pessoas de todo o mundo. No entanto, a tecnologia também pode ser usada para aprofundar injustiças sociais, como pobreza, casos de misoginia, ou mesmo racismo e mal uso de vigilância digital. Isso gera medo nas pessoas, pois torna-se difícil saber o que é real em meio a tanta desinformação.
Deep fakes, reconhecimento facial e radicalismo político são alguns dos formatos em que a tecnologia pode ser usada de forma maliciosa. Deep fakes são vídeos falsos criados com IA (Inteligência Artificial que podem ser usados para espalhar notícias falsas ou manipular as opiniões das pessoas; o reconhecimento facial é usado para rastrear as pessoas e monitorar seus movimentos, sendo usado por vezes sem o seu consentimento; o radicalismo político é um fenômeno social, político e econômico, que uma vez imerso em ambiente digital pode se relacionar com a promoção de discurso de ódio e violência entre identidades políticas opostas.
No entanto, existem maneiras de usar a tecnologia para melhorar nossa vida. A Inteligência Artificial é um exemplo de como a tecnologia pode ser usada para o bem da humanidade, pois ela pode ajudar a resolver problemas complexos, como previsão do tempo e diagnósticos médicos, além de melhorar os processos de negócios e tornar os serviços mais eficientes. A Inteligência Artificial tem um grande potencial para mudar o mundo para melhor, no entanto, precisamos ter cuidado para garantir que ela não seja usada para fins maliciosos ou prejudiciais, sendo importante que as pessoas saibam que existem maneiras positivas de usar a tecnologia da Inteligência Artificial.
Como exemplo, as IAs podem trazer maior transparência e auditabilidade para a fiscalização social do Estado. Por exemplo, elas podem qualificar a operacionalização das atividades dos servidores públicos e identificar possíveis irregularidades em diversas frentes. Isso significa que elas podem contribuir para a prevenção de fraudes e corrupção no setor público. No entanto, vale lembrar que as IAs não são infalíveis e podem cometer erros. Por isso, é importante que os resultados elaborados por elas sejam verificados. Além disso, é preciso lembrar que as IAs não são capazes de ter sentimentos ou julgamentos éticos, portanto, elas não são adequadas para todas as tarefas.
Apesar desses avanços na tecnologia, ela ainda não é capaz de replicar completamente o pensamento humano. Por exemplo, ela não consegue criar conteúdo original ou ter uma visão crítica sobre determinados assuntos. Ela também não consegue ter uma compreensão profunda dos sentimentos humanos ou das nuances da língua. Portanto, apesar dos avanços, ela não está pronta para substituir completamente os humanos.
Quais são as alternativas para evitar a desocupação em massa? Políticas de transferência de renda e capacitação profissional e educacional. Um exemplo é a renda universal, um programa que garante a todos os cidadãos um salário mensal, independentemente de seu estado de emprego, além de garantir que todas as pessoas tenham acesso a recursos básicos, como alimentação, moradia e saúde. Também pode-se incentivar as pessoas a buscarem novas oportunidades de trabalho e desenvolverem suas habilidades.
Existem alguns desafios para implementar o programa da renda universal. Primeiro, é necessário encontrar uma fonte de financiamento para ele. Além disso, é preciso estabelecer critérios para determinar quem será elegível para ser beneficiário. Apesar desses desafios, existem alguns benefícios potenciais da renda universal. Primeiro, ela pode reduzir as taxas de desemprego geradas pela substituição de profissionais por máquinas. Além disso, ela também pode melhorar a qualidade de vida das pessoas que não conseguem encontrar trabalho e reduzir a desigualdade social. Por fim, ela pode incentivar o empreendedorismo e a inovação tecnológica.
Em suma, a renda universal pode ser uma solução para as altas taxas de desemprego geradas pela substituição de profissionais por máquinas. Se bem implementada, pode trazer benefícios significativos às populações mais vulneráveis da sociedade.
Com o avanço da IA, as pessoas podem se perguntar se um artigo como este poderia ser escrito por uma Inteligência Artificial. Afinal, a IA tem sido usada para criar conteúdo de qualidade em diversos campos, até notícias ou poesias. Então, por que não artigos?
Sim! Este artigo foi escrito com uma Inteligência Artificial, mas não sozinha, sendo organizado com seus autores e demandando de tal suporte humano para tornar a linguagem ainda mais natural. A IA foi treinada para pesquisar sobre assuntos relacionados à economia e à tecnologia e produzir conteúdos relevantes sobre esses temas, fornecendo informações sobre assuntos complexos e gerando tais parágrafos.
Com isso em mente, a Inteligência Artificial foi capaz de coproduzir este texto, trazendo elementos inclusive sobre a renda universal como uma das soluções para possíveis taxas de desemprego geradas por avanços tecnológicos. Porém, demandando tal suporte humano no encadeamento, reforçando que uma Inteligência Artificial ainda não é capaz de substituí-lo por completo. Por exemplo, existem alguns desafios a serem superados, como o fato de que a IA pode ter dificuldade em capturar nuances sutis do significado das palavras e frases limitando-se em contextos e ambiguidades. Além disso, a IA também pode ter problemas em lidar com temas complexos ou abstratos.
Por fim, esses desafios não são impossíveis de superar. Com o tempo, os algoritmos de IA estão se tornando cada vez mais sofisticados e capazes de lidar com tarefas complexas, apontando um caminho em que a Inteligência Artificial pode ser usada para produzir contribuições autênticas e relevantes em diversos campos.
GPT-3 é uma Inteligência Artificial que pode ser aplicada a praticamente qualquer tarefa que envolva entender ou gerar código ou linguagem natural.
Ergon Cugler é pesquisador CNPq da Fundação Getulio Vargas, mestrando em administração pública e governo. Tem MBA em Data Science & Analytics pela USP (Universidade de São Paulo). É associado ao Núcleo de Estudos da Burocracia.
Diego Dorgam é CEO e fundador da Mapeo.AI, especialista em Big Data e Inteligência Artificial. Foi professor de Deep Learning no curso de Engenharia de Software da UnB (Universidade de Brasília).