‘Reconduzido, Aras está mais livre de pressões do Planalto’
Isabela Cruz
28 de agosto de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h19)Em entrevista ao 'Nexo', a professora da UFMG Marjorie Marona, estudiosa do Ministério Público, diz que procurador-geral estava até aqui ‘pagando a fatura’ a Bolsonaro. Atuação futura pode se descolar do presidente
Augusto Aras e o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), durante a sabatina da recondução do procurador-geral
Acusado por acadêmicos, parlamentares e mesmo colegas do Ministério Público Federal de se omitir no controle do governo Jair Bolsonaro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, teve sua recondução aprovada no Senado em 24 de agosto, com 55 votos favoráveis a 10 contrários.
A vitória com folga foi amplamente atribuída ao fato de que a primeira gestão Aras acabou com a Lava Jato, algoz da classe política. Mas isso não explica tudo, segundo a cientista política Marjorie Marona, professora da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e pesquisadora do Instituto da Democracia e Democratização da Comunicação.
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