Como definir liberdade, censura e regulação numa internet livre
João Paulo Charleaux
03 de junho de 2022(atualizado 28/12/2023 às 22h32)Paul Bischoff, da Comparitech de Londres, e Francisco Brito Cruz, do InternetLab de São Paulo, falam ao ‘Nexo’ sobre a dificuldade de colocar parâmetros num espaço de debate em escala global
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O papel da internet, como dinamizadora de processos políticos tão complexos quanto eleições, guerras e revoluções levanta um debate no mundo todo acerca de quais são os limites que empresas privadas e governos podem ou não impor nesse ambiente sem restringir a liberdade de expressão dos usuários.
O banimento do ex-presidente Donald Trump das redes sociais após a invasão do Congresso americano em janeiro de 2021 é um exemplo desse dilema. Para os que discordam do banimento, empresas como Twitter abusam do poder que têm ao interferirem de maneira indevida no debate político. Para os que concordam, foi uma atitude necessária para evitar que uma internet livre venha a se tornar a negação de seu próprio princípio de pluralidade, uma vez que vozes poderosas de um determinado setor, como no caso de Trump, podem se apoiar na rede para derrubar de maneira violenta e ilegítima seus adversários, naquele caso, Joe Biden, o vencedor legítimo da eleição.
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