Expresso

Como o governo da Hungria investe sobre o Judiciário

Matheus Pimentel

15 de dezembro de 2018(atualizado 28/12/2023 às 12h15)

Hegemonia no Parlamento ajuda primeiro-ministro Viktor Orbán a aprovar mais uma reforma contestada

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FOTO: BERNADETT SZABO/REUTERS – 23.10.2018

Orbán acena com a mão direita para o público. Atrás dele, várias bandeiras húngaras lado a lado. Na frente, uma bandeira húngara erguida da plateia.

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, em evento pelo aniversário da revolta húngara anticomunista de 1956

Viktor Orbán governa a Hungria desde 2010. De perfil conservador e com políticas ultranacionalistas, o primeiro-ministro húngaro é hoje um dos líderes mais influentes da Europa.

Grande parte da força de Orbán dentro e fora do país se deve à maioria parlamentar que ele vem mantendo. Há três eleições consecutivas, o seu partido, Fidesz, consegue sozinho mais da metade dos assentos no Parlamento — na Hungria não há limites de mandatos seguidos para primeiro-ministro. É com esse respaldo que o primeiro-ministro tem conseguido implementar sua agenda e mudanças nas leis.

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