Expresso

O surto de sarampo e o movimento antivacina nos EUA

Estêvão Bertoni

01 de fevereiro de 2019(atualizado 28/12/2023 às 02h28)

Casos da doença têm aumentado em pessoas não vacinadas, especialmente em comunidades religiosas. Organização Mundial da Saúde considera a recusa a se vacinar uma grande ameaça à saúde em 2019

FOTO: LUCY NICHOLSON/REUTERS

Vacina contra o sarampo usada em clínica nos Estados Unidos; casos da doença cresceram 30% em todo o mundo desde 2016, segundo a OMS

Os Estados Unidos vivem um surto de uma doença que havia sido considerada erradicada no país em 2000: o sarampo. O estado de Washington já tem 37 casos confirmados em janeiro de 2019 e declarou emergência na sexta-feira (25). Em termos de comparação, ao longo de todo o ano de 2012, 55 casos foram registrados em todo o país.

Eles já seguem uma tendência de aumento desde 2018, quando 349 pessoas tiveram a doença, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. Foram três surtos naquele ano, a maioria em Nova York e Nova Jersey, e as manifestações se concentraram principalmente entre os membros de uma comunidade de judeus ortodoxos. Alguns deles haviam voltado de uma viagem a Israel, que enfrentava um grande surto. Segundo o órgão, 81 pessoas levaram a doença aos Estados Unidos após visitarem outros países.

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