Expresso

Por que Salles sai, mas a política ambiental tem tudo para ficar

Mariana Vick

23 de junho de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h13)

Demissão de ministro da ala radical do bolsonarismo ocorre num momento em que ele é investigado por dois inquéritos no Supremo. Substituto, Joaquim Pereira Leite é ligado a ruralistas

FOTO: REPRODUÇÃO/TWITTER

Com as mãos na cintura, Ricardo Salles posa para foto e sorri. Atrás dele, há troncos de árvore cortados e empilhados.

Ricardo Salles com carga de madeira ilegal apreendida pela Polícia Federal

Ministro do Meio Ambiente desde o início do governo de Jair Bolsonaro, Ricardo Salles deixou o cargo na quarta-feira (24), no momento em que é investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal por suspeitas de participar de esquemas criminosos à frente do ministério.

Integrante da ala mais radical do bolsonarismo, o ex-ministro acumulou inúmeras crises enquanto comandou a pasta ambiental e deixa um “legado sombrio” para a área, segundo organizações ambientalistas. Mesmo assim, a saída não deve representar mudanças na política ambiental de Bolsonaro.

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