Expresso

O caso Maurício Souza e o paradoxo da tolerância

Mariana Vick

27 de outubro de 2021(atualizado 28/12/2023 às 23h29)

Jogador de vôlei foi demitido depois de publicar declarações homofóbicas. Pesquisadores consideram que cabe à sociedade responsabilizar manifestações discriminatórias quando elas não configuram crime

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FOTO: VALENTYN OGIRENKO/REUTERS – 03.AGO.2021

O jogador de vôlei Maurício Souza em jogo do Brasil na Olimpíada 2020

O jogador de vôlei Maurício Souza em jogo do Brasil na Olimpíada 2020

O atleta Maurício Souza, conhecido por jogar na equipe de vôlei do time Minas Tênis Clube, foi demitido nesta quarta-feira (27) após ter publicado comentários homofóbicos em suas redes sociais. A decisão do Minas veio depois de pressão da torcida e patrocinadores.

O caso levantou um debate a respeito dos limites da liberdade de expressão quando há referência à LGBTI+fobia. Enquanto parte dos críticos de Souza defende que seu discurso é abusivo e até ilícito, ele e seus defensores afirmam que se trata apenas de uma opinião.

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