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Hackers atacam STF, PF e Anatel em meio a suspensão do X

Da Redação

03 de setembro de 2024(atualizado 04/09/2024 às 19h24)

Sistemas sofreram instabilidade depois que o ministro do Supremo Alexandre de Moraes determinou o bloqueio da rede social de Elon Musk

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FOTO: Kacper Pempel/Reuters – 03.02.2022Códigos de programação em letras verdes contra fundo negro, numa imagem alusiva a um hacker, que digita num notebook

Imagem ilustrativa de códigos de programação e uma pessoa usando um notebook

Sistemas do Supremo, da Polícia Federal e da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sofreram uma série de ataques de hackers. A ofensiva começou após o ministro Alexandre de Moraes determinar a suspensão da rede social X no país.

Um grupo hacker reivindicou nesta terça-feira (3), por meio de publicação no X, a autoria dos ataques aos sistemas, segundo o jornal Folha de S.Paulo. A Polícia Federal abriu uma investigação para identificar os autores da ofensiva cibernética.

“A Polícia Federal investiga ataque cibernético que gerou instabilidade em serviços prestados pela instituição nesta terça-feira (3). O acesso aos serviços já foi restabelecido e não foi detectado comprometimento aos sistemas e acessos a dados da instituição”

Polícia Federal

em nota nesta terça (3)

O site do escritório de advocacia Barci de Moraes, da família do ministro do Supremo, também foi alvo dos ataques cibernéticos, como contou a Folha. 

Os ataques foram do tipo DDoS, que é quando um sistema recebe milhares de acessos, o que torna sua rede instável. Não se trata, portanto, de uma invasão dos sistemas, mas de uma sobrecarga, conforme explicou o jornal Valor Econômico.

A Polícia Federal identificou instabilidade nesta terça-feira (3), mas os serviços já foram restabelecidos. A Anatel afirmou que observou instabilidades momentâneas em suas redes na segunda-feira (2). Já os sistemas do Supremo ficaram inoperantes por cerca de 10 minutos na quinta-feira (29), como informou o jornal O Globo.

Moraes exigiu a suspensão do X após a rede social de Elon Musk se recusar a cumprir ordens judiciais. O bloqueio foi determinado na sexta-feira (30), após a plataforma não indicar um representante legal no Brasil, como o Nexo mostrou num Expresso.

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