Podcast

O plano de escolas cívico-militares de Bolsonaro

Letícia Arcoverde, Laila Mouallem e Conrado Corsalette

05 de setembro de 2019(atualizado 28/12/2023 às 23h22)

Ao anunciar novo modelo para cerca de 200 colégios, presidente criticou a democratização do ensino brasileiro. Militarizar a educação era promessa de campanha

O Nexo depende de você para financiar seu trabalho e seguir produzindo um jornalismo de qualidade, no qual se pode confiar.Conheça nossos planos de assinatura.Junte-se ao Nexo! Seu apoio é fundamental.

Temas

Compartilhe

O presidente Jair Bolsonaro lançou na quinta-feira (5) um plano para transformar 216 escolas públicas em colégios cívico-militares até 2023. No modelo, elas serão administradas por civis em parceria com militares da reserva, que vão atuar como tutores. Hoje há cerca de 200 escolas militares no Brasil, totalmente geridas pelas Forças Armadas ou por polícias militares. É um número pequeno frente aos 140 mil colégios públicos do país. No discurso em que anunciou o novo plano, Bolsonaro criticou a democratização da educação brasileira nos últimos anos, e defendeu a disciplina dos colégios militares. O “Durma com essa” mostra o que está incluído no plano do presidente e como é a educação militar hoje no país.

Assine o podcast: Spreaker | Apple Podcasts | Deezer | Google Podcasts | Spotify | Outros apps (RSS)

ColaborouLaila Mouallem

NEWSLETTER GRATUITA

Nexo | Hoje

Enviada à noite de segunda a sexta-feira com os fatos mais importantes do dia

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Gráficos

nos eixos

O melhor em dados e gráficos selecionados por nosso time de infografia para você

Este site é protegido por reCAPTCHA e a Política de Privacidade e os Termos de Serviço Google se aplicam.

Navegue por temas