Entrevista

O Movimento Passe Livre hoje, segundo um de seus principais colaboradores

Juliana Domingos

13 de janeiro de 2017(atualizado 28/12/2023 às 01h24)

Nada mudou na pauta do movimento que deflagrou os protestos de junho de 2013. Protagonismo, no entanto, nunca mais foi o mesmo

FOTO: PAULO WHITAKER/REUTERS

Manifestantes pedem tarifa zero em São Paulo. Segundo organizadores, ato reuniu 2.000 pessoas

Manifestantes protestam contra aumento de tarifas. Segundo organizadores, ato reuniu 2.000 pessoas

Os inícios de ano na capital paulista e em outras cidades do Brasil têm algo em comum: o Movimento Passe Livre vai às ruas pedir tarifa zero de transporte público e para protestar contra aumentos concedidos pelos governantes nesta mesma época do ano.

Em 2017, o prefeito de São Paulo, João Doria, e o governador do Estado, Geraldo Alckmin, ambos do PSDB, anunciaram que congelariam o preço do bilhete em R$ 3,80. A questão é que o congelamento foi apenas parcial. Houve aumentos, inclusive acima da inflação, para quem usa integração de terminais ou de ônibus, trens ou Metrô e quem usa bilhetes temporais, como o Bilhete Único mensal. A Justiça barrou os aumentos da integração, mas o Estado está recorrendo.

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