Entrevista

Por que a música nos emociona, segundo a neurociência

Camilo Rocha

13 de março de 2019(atualizado 28/12/2023 às 12h16)

Pesquisadora Patrícia Vanzella fala ao 'Nexo' sobre a importância científica e terapêutica de se entender o efeito de canções e ritmos no nosso cérebro

FOTO: MARKO JURICA/REUTERS

Tuba

Sensações provocadas pela música podem ter origem cultural ou neurológica

Existe uma pesquisa séria e cada vez mais aprofundada em torno de entender por que aquela música específica de 1991 provoca arrepios quando você a ouve. Ou por que somos tomados de melancolia durante uma audição de Joy Division ou de Maysa.

Estudar os efeitos da música no cérebro, segundo a pesquisadora brasileira Patrícia Vanzella, “é um pouco como estudar como o ser humano evoluiu e como ele funciona”. Segundo ela, que coordena o projeto Neurociência e Música da UFABC (Universidade Federal do ABC), a música atua como modelo bastante eficaz para a pesquisa de processos neurológicos pois “ela envolve uma série de funções mentais que a gente usa em outros domínios, como memória, atenção, planejamento motor e sincronização”.

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